
Kant já dizia que o nosso entendimento é incompleto e por isso somos incapazes de compreender certas coisas. E eu já desisti de tentar entender essas certas coisas há muito tempo.
Por exemplo, eu nunca vou entender porque as pessoas morrem e nós temos que continuar vivos como se nada tivesse acontecido. Nunca vou entender Porque as pessoas têm que morrer. Nem porque elas têm que nascer. Ou porque nada dura pra sempre.
Sobre este último ponto, nós sempre tendemos a achar que nossos amores serão eternos, quando, de repente, eles se esvaem como se fossem castelos de areia. Não tão de repente assim, afinal, os castelos de areia vão se esvaindo aos poucos. A cada onda lançada na praia e a cada rajada de vento uma parte deles desmorona e seu tamanho e beleza gradativamente diminui. E eu não entendo porque tem que ser assim. Se temos a sensação de que vai ser pra sempre e se queremos que seja para sempre, então, porque na prática não é?
Não me venha com esse papo furado de que o destino nos separa. Não acredito no destino da maneira que a maioria das pessoas crê. Ele não está sentado no alto do teatro, por detrás das cortinas, regendo e puxando as cordas, como se fôssemos meras marionetes. Ele não é senhor de tudo. As coisas acontecem ou por necessidade, ou por acaso, ou por vontade nossa; e a necessidade é incoercível, o acaso instável, enquanto nossa vontade é livre.
Portanto, nossa história somos nós que escrevemos, e cabe a nós decidir quem serão os personagens que farão parte do roteiro. Mesmo que esse roteiro seja um drama e não um romance com um lindo final feliz, como gostaríamos que fosse.
O melhor disso, é que, como diretores da peça da vida, temos o poder de decidir as próximas cenas. E que a peça só termina quando morremos.
Ao pouco que pude ler o que vc escreveu, percebi que vc tem um dom fora de serie para isso, colocando bem as palavras para demonstrar todo o seu sentimento a respeito do assunto que estar sendo tratado, por isso continue dessa forma, que vc ira longe!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirmil bjussss do seu amiga Lucas França da igreja de Curicica